Olá, leitores,
Vamos compartilhar com vocês, o encontro realizado com os professores de nossas crianças, sem dúvida, esse momento de troca de experiência, tem como objetivo divulgar o autismo, promovendo a circulação de novos conhecimentos e consequentemente novas práticas pedagógicas.
O compromisso do Espaço TRATE, não é apenas com a família, mas também com a escola, desta forma, no dia 13 de fevereiro realizamos no auditório do CRIA, o I Encontro com o tema Tratando Autismo: Trocando Experiência, o evento teve como objetivo fortalecer o vinculo professor-aluno, reforçando a importância do professor no processo de investigação e reabilitação da Criança Autista.
Durante todo o dia as Psicólogas Ana Paula Rios e Luana de Freitas fez a explanação do tema, promovendo a oportunidade de uma troca de experiência entre os professores. Contamos com a participação dos professores e coordenadores de escolas públicas e privadas.
O educador tem um papel fundamental desde o momento que recebe uma criança autista, onde este tem que promover uma melhor adaptação da criança ao ambiente, assim como, o ambiente e as pessoas a essa criança; como também, no momento em que o professor percebe alguma necessidade educacional especial no aluno, antes mesmo dos pais e pediatra e este se sente inseguro, no entanto, uma vez percebido alguma necessidade especial, deve procurar o coordenador ou diretor da escola e repassar a questão, pois desta forma dará a criança a oportunidade a desfrutar dos seus direitos.
A Educação tem um papel importantíssimo no desenvolvimento de qualquer criança. A atividade educativa tem por objetivos gerais proporcionar o desenvolvimento máximo de habilidades e competências; garantir um equilíbrio pessoal; estabelecer relações significativas e até mesmo proporcionar um bem estar emocional. Isso tudo deve ser objetivo para a educação de todas as crianças, sejam elas normais ou autistas.
Sendo assim, os autistas requerem ambientes educacionais estruturados e adequados às suas necessidades. É importante ter uma educação que envolva o autista com seu contexto de vida, de acordo com suas particularidades, para que assim ele possa interagir de forma a se tornar “familiarizado” com aquela situação, ambiente, proporcionando o desenvolvimento real do autista e de suas ações.
Sabemos que, por não desenvolverem adequadamente sua linguagem e aquisição de símbolos, os autistas acabam não conseguindo se inserir no mundo das outras pessoas, tornando seus próprios mundos sem significados, sendo desse modo: “A função do professor é ajudá-las a aproximarem-se desse mundo de significados e proporcionar os instrumentos funcionais que estão dentro da possibilidade da criança”.
O apoio visual é muito usado. Isto porque os autistas possuem uma habilidade muito grande nesta área, com isso, pretende-se não somente valorizar os pontos positivos dos autistas, mas também ajudá-los a desenvolver mais as habilidades de comunicação, interação social e competências.
Qualidades do Professor:
Calma;
Flexibilidade;
Ver o lado positivo da criança;
Senso de humor;
Saber motivar, encorajar;
Adaptar sua linguagem a da criança.
Educação direito de todos...
Nenhum comentário:
Postar um comentário